Mais de oito décadas depois, a mineração de ferro continua sendo a base da economia de Itabira, com operações da Vale no município, segundo dados públicos. Em volta das minas existe uma cadeia grande de prestadores: transporte de trabalhadores, manutenção de equipamentos, terraplenagem, limpeza industrial, fornecimento de peças e serviços técnicos. A menção a empresas é apenas contextual e não indica relação comercial com a Solusat.
As frotas dessas empresas circulam entre a cidade, as áreas operacionais e as estradas que levam à BR-381, em um relevo de serra. Ônibus de turno saem de madrugada, picapes de apoio percorrem vias internas não pavimentadas, e caminhões levam materiais e equipamentos. Cada área tem regras próprias de velocidade, acesso e circulação, definidas pela mineradora.
Para empresas de Itabira, rastreamento e telemetria servem para demonstrar ao contratante que as regras de cada área estão sendo cumpridas, saber quem conduzia cada veículo, registrar eventos com imagem quando há câmeras e manter os veículos revisados num ambiente de poeira, rampas e uso intenso.
Mineração em Itabira
A extração de minério de ferro, iniciada em escala industrial com a criação da Vale em 1942, segue como principal atividade econômica. O minério é escoado pela Estrada de Ferro Vitória a Minas até os portos capixabas, e uma rede de prestadores opera veículos nas áreas de mineração.
Prestadores de serviço em Itabira
Empresas de transporte de pessoal, manutenção, terraplenagem, limpeza e serviços técnicos atendem as operações de mineração de Itabira. Seus veículos precisam seguir as regras de circulação de cada área e, muitas vezes, comprovar esse cumprimento ao contratante.
Transporte em Itabira
O transporte de trabalhadores entre os bairros de Itabira e as áreas de mineração é intenso nas trocas de turno. A MG-434 liga a cidade à BR-381, principal acesso a Belo Horizonte, em trechos de serra.