Risco visível antes do acidente
Sinais de fadiga deixam de ser invisíveis e passam a ter registro, vídeo e horário.
Sinais de fadiga identificados na cabine e registrados com vídeo, local e condutor.
O turno da noite na mineração de Mara Rosa termina quando o dia clareia, e é justamente nesse horário que o motorista do ônibus ou da picape faz o caminho de volta pela BR-153, depois de horas acordado. Fadiga ao volante não avisa: são poucos segundos de olhos fechados. O sensor de fadiga da Solusat usa uma câmera voltada ao condutor para identificar esses sinais e registrar cada evento com vídeo, local, horário e motorista.
Fadiga é um risco silencioso. Jornadas longas, turnos de madrugada, estradas monótonas e operações contínuas, como mineração e transporte rodoviário, aumentam a chance de o motorista cochilar ou perder a atenção por alguns segundos, tempo suficiente para um acidente grave.
O problema é que a gestão raramente sabe quando isso acontece. Um rastreador comum mostra a posição e a velocidade, mas não mostra os olhos fechados, a cabeça pendendo ou a distração ao volante. Sem esse registro, a empresa só descobre o risco depois de uma ocorrência.
Com os eventos na plataforma, a empreiteira enxerga em quais turnos, trechos e motoristas a fadiga aparece, ajusta escalas e orienta a equipe com base em vídeos reais. Conforme o equipamento, um alerta pode ser emitido na cabine no momento do evento. Para contratos com mineradoras, que cobram programas de segurança de condução, o registro em vídeo é uma forma objetiva de mostrar que o risco está sendo gerenciado.
Uma câmera voltada para o condutor é instalada na cabine e integrada à vídeo telemetria da Solusat. O equipamento analisa a imagem do motorista e identifica sinais associados à fadiga, como olhos fechados por tempo prolongado, e, conforme o modelo, outros comportamentos de risco, como distração.
Quando um evento é detectado, ele é registrado com o trecho de vídeo, a posição, a velocidade, o horário e, com identificação de motorista, o condutor. Conforme o equipamento, um alerta pode ser emitido na própria cabine. Os eventos chegam à plataforma, onde a gestão analisa as ocorrências, acompanha indicadores por motorista e orienta a equipe.
O sensor de fadiga faz parte da vídeo telemetria e se apoia no rastreamento, que localiza cada evento, e na telemetria, que registra velocidade e condução. Com identificação de motorista, cada ocorrência fica associada ao condutor; com geocercas, é possível analisar os eventos por área, trecho de rodovia ou turno.
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Sinais de fadiga deixam de ser invisíveis e passam a ter registro, vídeo e horário.
Cada conversa com o motorista parte de um evento real, não de suposições.
Indicadores por turno mostram onde e quando o risco se concentra.
Mineradoras, indústrias e embarcadores cobram controles de condução, e o registro em vídeo ajuda a demonstrá-los.
A detecção é feita pela análise da imagem do condutor, por isso a posição da câmera, a iluminação da cabine e o modelo do equipamento influenciam o resultado. A instalação considera o tipo de veículo e o campo de visão do motorista.
O uso de câmera voltada ao condutor deve observar a LGPD e a política interna da empresa, com informação aos colaboradores sobre finalidade e uso das imagens. O armazenamento e o envio dos vídeos dependem do equipamento e da conectividade contratada.

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Câmeras de cabine costumam ter recursos para baixa luminosidade; o desempenho noturno depende do modelo e é avaliado no projeto.
Sim, com identificação de motorista cada evento fica associado ao condutor do turno.
É uma câmera instalada na cabine, voltada para o motorista, que identifica sinais associados à fadiga, como olhos fechados por tempo prolongado, e registra o evento com vídeo, local e horário.
Sim. Os termos sensor de fadiga, câmera de fadiga e detector de fadiga costumam se referir ao mesmo tipo de solução: uma câmera de cabine com análise de imagem do condutor.
A câmera acompanha o rosto do motorista durante a condução. Quando identifica sinais de fadiga ou, conforme o equipamento, outros comportamentos de risco, gera um evento com vídeo, posição, velocidade e horário, que chega à plataforma da Solusat.
Conforme o equipamento, um alerta pode ser emitido na cabine no momento do evento. Os detalhes são definidos no projeto.
Alguns modelos identificam outros comportamentos de risco além da fadiga. Os comportamentos detectados dependem do equipamento escolhido para o projeto.
Câmeras de cabine costumam ter recursos para baixa luminosidade. O desempenho noturno depende do modelo do equipamento e é avaliado no projeto.
Sim. Operações de mineração costumam ter turnos longos e noturnos, e o registro de eventos de fadiga com vídeo e condutor apoia os programas de segurança exigidos pelas mineradoras. A viabilidade em cada tipo de veículo é avaliada no projeto.
É possível, desde que a empresa observe a LGPD e sua política interna, informando os colaboradores sobre a finalidade e o uso das imagens.
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