Risco visível antes do acidente
Sinais de fadiga deixam de ser invisíveis e passam a ter registro, vídeo e horário.
Sinais de fadiga identificados na cabine e registrados com vídeo, local e condutor.
Numa mina que trabalha dia e noite, como a de Chapada, em Alto Horizonte, a fadiga é um risco de todos os turnos. O operador da picape de supervisão que roda horas na mesma estrada de terra, o motorista do ônibus que leva a equipe às cinco da manhã e o caminhoneiro que sai com concentrado para uma viagem longa estão sujeitos aos mesmos segundos de desatenção. O sensor de fadiga da Solusat identifica esses sinais com uma câmera voltada ao condutor.
Fadiga é um risco silencioso. Jornadas longas, turnos de madrugada, estradas monótonas e operações contínuas, como mineração e transporte rodoviário, aumentam a chance de o motorista cochilar ou perder a atenção por alguns segundos, tempo suficiente para um acidente grave.
O problema é que a gestão raramente sabe quando isso acontece. Um rastreador comum mostra a posição e a velocidade, mas não mostra os olhos fechados, a cabeça pendendo ou a distração ao volante. Sem esse registro, a empresa só descobre o risco depois de uma ocorrência.
Cada evento de fadiga chega à plataforma com vídeo, posição, velocidade, horário e motorista. A empreiteira descobre em quais turnos e trajetos o risco se concentra, ajusta escalas e pausas e conversa com cada condutor a partir de casos reais. Conforme o equipamento, outros comportamentos de risco também são identificados. Para contratos com uma mineradora global, esse registro ajuda a demonstrar a gestão do risco de fadiga exigida nos programas de segurança.
Uma câmera voltada para o condutor é instalada na cabine e integrada à vídeo telemetria da Solusat. O equipamento analisa a imagem do motorista e identifica sinais associados à fadiga, como olhos fechados por tempo prolongado, e, conforme o modelo, outros comportamentos de risco, como distração.
Quando um evento é detectado, ele é registrado com o trecho de vídeo, a posição, a velocidade, o horário e, com identificação de motorista, o condutor. Conforme o equipamento, um alerta pode ser emitido na própria cabine. Os eventos chegam à plataforma, onde a gestão analisa as ocorrências, acompanha indicadores por motorista e orienta a equipe.
O sensor de fadiga faz parte da vídeo telemetria e se apoia no rastreamento, que localiza cada evento, e na telemetria, que registra velocidade e condução. Com identificação de motorista, cada ocorrência fica associada ao condutor; com geocercas, é possível analisar os eventos por área, trecho de rodovia ou turno.
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Sinais de fadiga deixam de ser invisíveis e passam a ter registro, vídeo e horário.
Cada conversa com o motorista parte de um evento real, não de suposições.
Indicadores por turno mostram onde e quando o risco se concentra.
Mineradoras, indústrias e embarcadores cobram controles de condução, e o registro em vídeo ajuda a demonstrá-los.
A detecção é feita pela análise da imagem do condutor, por isso a posição da câmera, a iluminação da cabine e o modelo do equipamento influenciam o resultado. A instalação considera o tipo de veículo e o campo de visão do motorista.
O uso de câmera voltada ao condutor deve observar a LGPD e a política interna da empresa, com informação aos colaboradores sobre finalidade e uso das imagens. O armazenamento e o envio dos vídeos dependem do equipamento e da conectividade contratada.

Monitore veículos, extraia relatórios de percurso, defina limites de velocidade e horários e receba notificações em tempo real.
Alguns modelos identificam também distração e outros comportamentos de risco; isso depende do equipamento escolhido.
Sim, observando a LGPD e a política interna, os casos reais podem apoiar diálogos de segurança.
É uma câmera instalada na cabine, voltada para o motorista, que identifica sinais associados à fadiga, como olhos fechados por tempo prolongado, e registra o evento com vídeo, local e horário.
Sim. Os termos sensor de fadiga, câmera de fadiga e detector de fadiga costumam se referir ao mesmo tipo de solução: uma câmera de cabine com análise de imagem do condutor.
A câmera acompanha o rosto do motorista durante a condução. Quando identifica sinais de fadiga ou, conforme o equipamento, outros comportamentos de risco, gera um evento com vídeo, posição, velocidade e horário, que chega à plataforma da Solusat.
Conforme o equipamento, um alerta pode ser emitido na cabine no momento do evento. Os detalhes são definidos no projeto.
Alguns modelos identificam outros comportamentos de risco além da fadiga. Os comportamentos detectados dependem do equipamento escolhido para o projeto.
Câmeras de cabine costumam ter recursos para baixa luminosidade. O desempenho noturno depende do modelo do equipamento e é avaliado no projeto.
Sim. Operações de mineração costumam ter turnos longos e noturnos, e o registro de eventos de fadiga com vídeo e condutor apoia os programas de segurança exigidos pelas mineradoras. A viabilidade em cada tipo de veículo é avaliada no projeto.
É possível, desde que a empresa observe a LGPD e sua política interna, informando os colaboradores sobre a finalidade e o uso das imagens.
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